procuras um corpo com sangue nas veias,
rastejando por entre lixo, merda e lama.
esperas que algum caia nas tuas teias
para poderes sugar-lhe as entranhas.
parasita
parasita
parasita.
após a breve refeição,
depois da carne ser toda consumida,
procuras outro corpo são
e abandonas o de pele já ressequida.
parasita
parasita
parasita.
o teu coração continua a bater,
ligado a cada uma das vítimas.
sem elas acabarias por morrer,
não passas dum reles parasita!
parasita
parasita
parasita!